quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Resenha: Foi apenas um sonho

Com o fim da II Guerra Mundial, o mundo mergulha em um período de acelerado crescimento. A população do planeta quer, a todo custo, deixar para trás as cicatrizes de um conflito que matou milhões de inocentes. Para isso, investe em um estilo de vida que seja diferente de tudo o que já foi vivenciado em anos anteriores. Há uma aura de felicidade urgente no ar e sua maior tradução são os Estados Unidos da América. Música, moda, cultura e entretenimento refletem essa necessidade de se mostrar de bem com a vida. Porém, toda essa imagem de bonança e contentamento com a vida é real apenas exteriormente. No interior de cada lar americano e porque não dizer de cada indivíduo, os conflitos existenciais continuam os mesmos, agravados pela falsa imagem de contentamento que se convencionou criar. E é isso que o diretor Sam Mendes pretende, mais uma vez, mostrar.

Como já havia mostrado anteriormente em "Beleza Americana", o cineasta investa mais uma vez no drama humano. Em seu novo longa "Foi apenas um sonho" (Revolutionary Road), Mendes leva para a telona a adaptação do romance do escritor americano Richard Yates, que narra as desventuras de Frank e April Wheeler, vividos por Leonardo diCaprio e Kate Winslet, um típico casal classe média de Connecticut, com dois filhos, que crê piamente ser diferente do restante dos casais americanos: mais atraentes, mais inteligentes, mas perspicazes e predestinados a um futuro grandioso.

É à partir desta premissa que Mendes conduz o filme. Infinitamente menos sombrio que o livro de Yates, o roteiro de Justin Hayte procura explorar a relação dos Wheeler com aqueles que o cercam, como o casal de vizinhos que se projeta nos protagonistas, além da corretora de imóveis certinhas e seu filho louco. Aliás, parênteses para o desempenho de Michale Shannon, que dá vida a John Givings, gênio da matemática que sofre as consequências de sucessivas internações em hospitais psiquiátricos. No filme, ele funciona como uma espécie de consciência do Pinóquio, explicitando todos os desejos secretos de Frank e April e merecidamente indicado ao Oscar de ator coadjuvante.

Os personagens de DiCaprio e Winslet, apesar do comum sentimento de superioridade, tem diferenças marcantes entre si. Frank é um homem de 30 anos que, na juventude, aspirava viver grandes aventuras mas que no presente vive enfurnado em um escritório modorrento e, para atenuar o tédio que é sua vida medíocre, tem um caso fugaz com sua secretária. Até ser surpreendido pela sugestão de sua mulher de se desfazerem de tudo o que possuem e se mudarem para Paris, afim de que o marido possa dar vazão à sua incrível criatividade e, enfim, descobrir o que quer fazer da vida. Nesse momento, Frank tem um vislumbre de liberdade e a felicidade vem à tona.

Já Winslet, mais uma vez, se agiganta na tela como a mulher que sonha com um estilo de vida diferente daquele que leva. Almejando adicionar glamour à própria vida, vê em Paris a realização de todos os seus desejos. Para ter um subterfúgio para a viagem, incute no marido que esta necessidade é dele e que ela é apenas um instrumento para viabilizar tal intento. E é aí que reside toda a diferença entre o casal. Enquanto Frank, mesmo se sentindo tomado pela vontade de mudar, é mais ponderado (ou seria resignado?) ante os acontecimentos, April vive em uma busca constante por si mesma. Nunca tomou as rédeas da própria vida, se deixando levar por inúmeros acontecimentos (casamento, gravidez, mudança) e vê em Paris uma tentativa desesperada de salvar seu casamento e, principalmente, a si mesma.

Muito mais do que retratar uma época, "Foi apenas um sonho" desenha na tela a vida da maioria das pessoas no mundo inteiro: insatisfeitas com a própria vida, mas com medo de tomar decisões que possam mexer com uma rotina já conhecida e sem surpresas.

Os únicos incômodos da narrativa são o desempenho de DiCaprio, que parece nunca perder aquele ar de adolescente frágil e mimado e a sensação de situação forçada para o adultério de uma das personagens na cena da danceteria. No mais, o longa tem tudo para agradar público e crítica, apesar de eu continuar achando que, desde "Titanic", Kate Winslet é muita areia para o caminhãozinho do intérprete de Frank Wheeler.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

"Quem Quer Ser Um Milionário?" surge como favorito ao Oscar

LOS ANGELES (Reuters) - "Quem Quer Ser Um Milionário?" ("Slumdog Millionaire"), a história da ascensão à riqueza de um menino pobre de Mumbai, emergiu como favorito para receber o Oscar de melhor filme, depois de levar o prêmio mais importante da 15a edição do Screen Actors Guild Awards (prêmio do sindicato de atores de cinema e TV dos EUA), no domingo.
"Milionário", com vários atores amadores jovens de favelas de Mumbai, recebeu o prêmio de melhor elenco, numa noite em que os atores de Hollywood tradicionalmente tendem a favorecer atores de Hollywood.
A vitória no SAG seguiu-se a quatro Globos de Ouro no início do mês e a um prêmio do sindicato dos produtores, no sábado.
"Já foi incrível o filme ter sido indicado. Mas o fato de ter conquistado este prêmio é ainda mais inacreditável", disse Anil Kapoor, que representa o cínico apresentador de um programa de TV no filme. "São as crianças que fizeram isto, não nós."
"É algo histórico para a Índia", disse Kapoor, falando a jornalistas de sua emoção por ter conhecido Angelina Jolie no jantar de premiação do SAG.
Mas a noite não foi toda de "Milionário", que saiu com apenas um prêmio e teve que dividir as atenções com o falecido Heath Ledger, Sean Penn, Meryl Streep e Kate Winslet em quatro outros filmes.
"O Curioso Caso de Benjamin Button", que lidera em indicações ao Oscar, tendo recebido 13, saiu de mãos abanando no domingo, como também aconteceu com "Frost/Nixon", que relata as entrevistas do jornalista David Frost com o ex-presidente americano Richard Nixon.
Sean Penn recebeu o SAG de melhor ator pelo papel do assassinado ativista pelos direitos dos gays Harvey Milk, de San Francisco, em "Milk - A Voz da Igualdade". A veterana Meryl Streep foi a vencedora do prêmio de melhor atriz pelo papel de freira vingativa no drama "Dúvida", sobre abusos cometidos na Igreja católica.
Nem "Milk" nem "Dúvida" vêm se saindo bem até agora na temporada de premiações, mas a vitória de Penn permite prever que a disputa no Oscar será acirrada entre ele e Mickey Rourke, que recebeu um Globo de Ouro por "O Lutador".
"Milk" vem tendo boa performance em Los Angeles, cuja comunidade gay ficou consternada com o resultado de um referendo de novembro de 2008 que proibiu os casamentos homossexuais na Califórnia. "Esta é uma história sobre direitos iguais para todos os humanos", disse Penn quando recebeu o prêmio.
Meryl Streep elogiou outras performances fortes de atrizes no ano passado, dizendo: "Não existe melhor atriz. Não existe 'a melhor atriz viva,'" referindo-se a elogios feitos a ela.
Ledger, que morreu há um ano, aos 28 anos de idade, acrescentou um prêmio SAG aos outros que já recebeu pelo papel do Coringa no blockbuster "Batman - O Cavaleiro das Trevas."
A britânica Kate Winslet recebeu o troféu SAG de melhor atriz coadjuvante pelo papel de uma alemã com passado nazista escondido em "O Leitor".
Winslet, que também foi indicada ao Oscar pelo papel, disse que foi o mais difícil que ela já representou.
(Artigo retirado da Reuters - www.reuters.com.br)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Oscar 2009:indicações e previsóes

Foram anunciadas hoje as indicações ao Oscar 2009 e...nenhuma surpresa."O curioso caso de Benjamin Button" é o campeão de indicações(13),seguido de "Quem quem ser um milionário?"(10 indicações).

A indicação mais justa foi,sem dúvida,para Heath Ledger por 'Batman-O cavaleiro da trevas".Se a Academia for justa,a categoria de Ator coadjuvante terá, pela primeira vez,um ator já falecido!
Outras indicações chamam a atenção:Meryl Streep foi indicada pela décima quinta vez por 'Dúvida"...o que não é nenhuma surpresa pois,apesar de serem mínimas as chances dela ganhar,ela é a melhor atriz americana de todos os tempos!
David Fincher é indicado pela primeira vez como diretor por "O curioso caso de Benjamin Button",apesar dele ter dirigido "Sevex" e "Clube da luta"! Tudo indica que ele sairá vencedor,não só pela qualidade do filme mas também pela quantidade de indicações.

Aqui vai meu palpite para as principais categorias:
Melhor filme:'O curioso caso de Benjamin Button"
Melhor diretor:David Fincher,pelo mesmo filme
Melhor ator:Sean Penn,por 'Milk-A voz da igualdade"
Melhor atriz:Kate Winslet,por 'O Leitor"
Melhor ator coadjuvante:Heath Ledger,por "Batman-o cavaleiro das trevas"
Melhor atriz coadjuvante:Taraji P. Henson,por "O curioso caso de Benjamin Button"

Os vencedores só conheceremos no dia 22 de fevereiro,ás 22hrs...

Oscar 2009: façam suas apostas!

O que diversos críticos e especialistas em cinema no mundo inteiro esperavam, aconteceu. Divulgada a lista de indicados ao Oscar de 2009, o longa "O curioso caso de Benjamin Button", do cineasta David Fincher, lidera o ranking com nada mais, nada menos que 13 indicações. Entre as principais estão melhor ator, para Brad Pitt, melhor diretor, melhor atriz coadjuvante para Taraji P. Henson e melhor roteiro adaptado para a dupla Eric Roth (Forrest Gump) e Robin Swicord.

A principal diferença entre os indicados deste ano em comparação com o ano passo é a previsibilidade e o caráter arrasa-quarteirão das produções. Enquanto a edição de 2008 foi recheada de produções consideradas não-comerciais, como Juno, Onde os fracos não têm vez e Sangue Negro, 2009 tem tudo para agradar em cheio aos fãs de cinema de todos os gostos em idades.

Um bom exemplo disso é a indicação póstuma de Heath Ledger como melhor ator coadjuvante por "Batman, o Cavaleiro das Trevas". Indiscutível o excelente trabalho de Heath, que tem, em minha opinião, 99% de chance de faturar o careca dourado.

Entre os indicados para melhor ator estão Richard Jenkins, por "The Visitor"; Frank Langella, por "Frost/Nixon"; Sean Penn, por "Milk - A Voz da Igualdade"; Brad Pitt, por "O Curioso Caso de Benjamin Button" e o favorito até o momento: Mickey Rourke, por "O Lutador". Se o Globo de Ouro realmente for levado em consideração, além do apelo da crítica, Rourke deve sair da cerimônia com o prêmio. Mas fica aqui minha frustração pela ausência de Viggo Mortensen na lista dos indicados. Seu desempenho em "Um homem bom" e "Appaloosa" mereciam ao menos uma indicação para melhor ator ou ator coadjuvante.

Na categoria melhor atriz, Kate Winslet aparece em sua sexta indicação, pelo filme "O leitor", no qual interpreta uma carcereira nazista. A atriz, duplamente premiada no Globo de Ouro, tem concorrentes de peso este ano, como a queridinha da mídia internacional Anne Hathaway, a mais cotada entre as candidatas, por seu desempenho como a drogada de "O casamento de Rachel". Figuram ainda nomes como Meryl Streep, por "Doubt", Angelina Jolie, por "A Troca" (ler resenha anterior) e Melissa Leo por "Frozen River".

Não se pode esquecer também o grande vencedor do Globo de Ouro deste ano. O longa "Slumdog Millionaire", de Danny Boyle, que conta a história de um reality show na Índia (parece que a onda de Bollywood não faz sucesso somente no Brasil) saiu vencedor nas categorias melhor filme e melhor diretor. Nesta última, disputa o Oscar com David Fincher (O curioso caso de Benjamin Button); Ron Howard, por "Frost/Nixon"; Stephen Daldry, por "O Leitor" e Gus van Sant, por "Milk". As mesmas indicações se repetem na categoria melhor filme.

Por último, mas não menos importante, uma das melhores animações de todos os tempos da disney, o cinzento e comovente Wall-E concorre em seis indicações, entre elas a de melhor animação, da qual deve sair vencedor. Para quem ainda não teve oportunidade de assistir, corra para a locadora e garante uma viagem emocionante a outras galáxias.

Agora é correr para os cinemas, já que a maioria dos indicados ainda está para estrear e apostar suas fichas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Resenha "A Troca",de Clint Eastwood

O que esperar do novo filme de Clint Eastwood depois de 'Menina de ouro" e 'Cartas de Iwo Jima",dois filmaços indicados ao Oscar de melhor filme?
A sinopse do filme é ótima: em 1928 nos EUA,uma mulher(Angelina Jolie) sai para trabalhar e na volta não encontra o filho em casa...Após 5 meses de uma busca desesperada,a polícia de Los Angeles (re)aparece com um garoto.que o chefe de polícia insiste em dizer que é o filho dela...
Mas a mãe insiste em dizer que aquele não é o seu filho,fazendo com que ela entre em uma briga com uma poliícia corrupta e violenta,o que terá graves conseqüências para ela...
A partir daí,desenrola-se uma trama cheia de surpresas,cujo grande destaque é a interpretação de Angelina Jolie...
Sensível,contida,emocionada sem nunca cair na pieguice,essa é uma atuação digna de Oscar! Uma indicação é certa e muito merecida! É a melhor atuação dela desde 'Garota:interrompida".
Mas há outros fatores que tornam esse filme um programa imperdivel:a reconstituição de época é linda,a trilha sonora é sutil e muito bem utilizada,o roteiro não pára de surpreender...
E o que mais impressiona:é baseado em fatos reais! O que torna ainda mais revoltante os fatos apresentados no filme! Não revelarei maiores detalhes para não estragar o prazer de assisti-lo!
Se continuar nesse nivel,que venham muitos outros filmes desse grande diretor chamado Cilnt Eastwood!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Resenha: O curioso caso de Benjamin Button

“A vida seria infinitamente mais feliz se pudéssemos nascer aos 80 anos e gradualmente chegar aos 18”.

A citação acima é do escritor americano Mark Twain e serviu como ponto de partida para que seu conterrâneo, o também escritor F. Scott Fitzgerald publicasse, em 1920, a fábula "O curioso caso de Benjamin Button". O livro conta a história do personagem-título, que nasce com 80 anos e vai rejuvenescendo à medida que o tempo passa. O longa baseado na obra de Fitzgerald chega às telas de todo o país na próxima sexta-feira e já impressiona por seu elenco estelar. Dirigido por David Fincher (Seven) e estrelado por Brad Pitt (Seven, Clube da Luta, O Assassinato de Jesse James) e Cate Blanchet (Elizabeth, O Senhor dos Anéis, I'm not there), "O curioso caso" é a grande aposta da Warner para faturar uma estatueta na cerimônia do Oscar deste ano.

Pitt dá vida ao personagem-título que, por razões inexplicáveis, nasce como um bebê de 80 anos de idade, no estado de Nova Orleans, nos EUA, pouco depois da I Guerra Mundial. Abandonado pelo pai, que vê no monstruoso filho o motivo da morte de sua esposa, Benjamin é criado pela negra Queenie, responsável por um asilo de idosos local.

Ao longo de mais de duas horas de projeção, o público tem acesso a uma pequena obra-prima de Fincher, que retrata com maestria, auxiliado pela roteiro de Eric Roth (Forrest Gump), a trajetória de Button. Graças ao trabalho de Roth, o personagem ganha contornos delicados e simples, mesmo nos momentos mais difíceis de sua vida.

Impressionante também a fotografia de Claudio Miranda, com destaque para a cena em que a personagem de Cate Blanchett dança, à beira do lago, para um embevecido Brad Pitt; ou o momento em que um barco é atacado durante a II Guerra, com diferentes reações dos personagens. Tudo isso só vem destacar ainda mais todo o esmero da produção.

David Fincher faz um verdadeiro tratado sobre a inexorabilidade do tempo: por mais que se tente controlá-lo, ele passa para todos, mesmo que se utilize de subterfúgios para atenuarem-se seus efeitos. O importante, na visão do diretor, é aprender com os acontecimentos, adquirindo sabedoria. Seja de trás para frente ou de frente para trás, o fato de que a vida tem fim, mesmo que você não esteja velho ao final dela, é um fato que não pode ser mudado.

Chama a atenção, também, a opção do diretor em mostrar as mudanças de época ao longo do filme através de acontecimentos importantes, como a corrida espacial ou o advento dos Beatles, traçando um paralelo entre as mudanças dos personagens com o mundo que os cerca. Foge do clichê, além de ficar bonito na telona.

Por fim, mas não menos importante, a atuação de Brad Pitt (não menosprezando Cate Blanchett, perfeita como sempre) é impressionante. As dúvidas, os questionamentos e as vivências de Benjamin Button parecem ter sido feitos sob medida para o astro de Tróia. As diferentes entonações de voz que utiliza para marcar a passagem do tempo do personagem só fazem reforçar o quão bom ator ele é.

Ao final, é impossível não sair emocionado da sala de projeção. A história incomum de Benjamin Button faz o público refletir que, mesmo se o desejo de que o tempo passe ao contrário pudesse ser conquistada, a sabedoria e a maturidade só chegam com o tempo vivido e as experiências adquiridas por cada um. E isso só se pode aprender vivendo.

Optei por escrever essa resenha de estreia do blog à noite, somente para dizer a frase que melhor define o longa: "Good night, Benjamin..."

O início

É sempre difícil descrever o início de algo. Seja um livro, uma viagem, um novo emprego, uma nova relação, começar sempre demanda uma mistura infinda de sentimentos: ansiedade, nervosismo, entusiasmo, euforia. O novo é sempre bom, mas também misterioso e inesperado. Este blog aqui pretende ser um pouco de cada uma dessas coisas descrita acima: um livro, uma viagem, um possível novo emprego e uma relação direta com cada pessoa que se aventurar a passar por aqui para dar uma olhada no que vem sendo postado.

A ideia do Cinemajesthic, como o próprio nome já sugere, é falar de cinema. Do que está sendo produzido, do que está sendo exibido, do que está chegando nas locadoras. Mas tudo isso sem pretensão de ser melhor ou pior que ninguém. Nossa grande diferença é que vamos contar com a ajuda de cada internauta que se aventurar neste novo espaço, seja com sugestões de filmes, de notícias ou até mesmo uma informação que possa ser útil. Será um blog construído em conjunto, em equipe... Então, se você também se enquadra na categoria dos apaixonados pela sétima arte, venha fazer parte deste projeto!

Abs,

Equipe do Cinemajesthic

P.S: Mais tarde teremos nossa primeira resenha, do filme "O Curioso caso de Benjamin Button".